terça-feira, julho 19, 2005

Reconhecimento póstumo

Nunca o meu colega Charles Bonnet imaginou que em Loulé se iria falar tanto dele, apesar de apenas aqui ter vivido sete anos. Digo colega, porque ele era engenheiro civil como eu, ele na especialidade de geologia e mineralogia e eu nestas coisas da cultura. Ele não era Botânico, no sentido académico do termo, gostava de jardins e sobretudo gostava de Loulé . «C'est la ville de l'Algarve la plus agréable dans laquelle on puisse demeurer».

2 Comments:

At 4:45 da tarde, Blogger HFR said...

Luis: sete anos, no século XIX, eram muitos anos mesmo. Mas o que ele não sabia era que Loulé iria retribuir desta forma o amor que ele tinha a Loulé.
*
nota: esperaria que não deixasses passar este caso em claro, fosse de que maneira literária fosse...

 
At 5:53 da tarde, Blogger LG said...

Há mais dez anos, não posso precisar a data, escrevi um artigo na Voz de Loulé sobre Charles Bonnet.Mais: no princípio dos anos 90 fiz parte de uma Comissão de toponímia que atribuiu o nome de Charles Bonnet a uma artéria da cidade.Tenho vasta documentação sobre Charles Bonnet que alteram, nalguns aspectos históricos, o que Vilhena Mesquita escreveu para o Congresso do Algarve de 1986.Ex. não é verdade que ele recebeu um subsidio de 4 contos para desenvolver o seu trabalho nem um conto de réis para fundar um herbário.Bonnet não tem nada a ver com a criação do Herbário referido no Decreto da Rainha.Posso provar com documentação.

 

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